23fev

Contação de histórias colabora no desenvolvimento da criança

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Para uma criança, o que pode ser mais incrível do que não apenas ouvir, mas participar de uma história de fantasia? Observar os personagens, ouvir suas vozes, interagir com eles, ver a história acontecendo fora das páginas de um livro – bem diante de seus olhos. A contação de histórias desperta um efeito mágico na cabeça dos pequenos que, com toda a pureza e criatividade próprias da infância, conseguem se transportar para o mundo dos contos de fada.

Muito além de divertida, a contação de histórias é uma excelente ferramenta na educação infantil. Por ser interativa e animada, a contação de histórias consegue prender a atenção das crianças, que costumam ter dificuldade para manter o foco numa única atividade durante a primeira infância. Ao envolver e entreter a criança, o processo de transmissão e assimilação de conteúdo torna-se muito mais fácil, dinâmico e espontâneo – atingindo, assim, o objetivo maior de quem educa uma criança: a aprendizagem significativa. Usar das histórias como técnica didática é satisfatório tanto para o educador – que percebe o envolvimento e interesse do aluno -, quanto para a criança – que aprende de maneira lúdica.

Mas os benefícios da contação de história vão muito além de facilitar a dinâmica em sala de aula. O ato de dedicar um momento exclusivo para contar uma história garante uma gigante contribuição no desenvolvimento integral da criança. Saiba mais sobre os aspectos que ganham mais desenvoltura quando o aprendizado acontece através da contação de histórias:

ORALIDADE

A magia da contação de histórias não está na própria história – está no que ela desperta na criança. Ouvir a história, conversar com seus personagens, fazer perguntas sobre o enredo e reproduzir a história contada para os familiares é um grande incentivo ao desenvolvimento da capacidade comunicativa da criança.

A contação de histórias torna-se um ótimo exercício oratório porque trabalha a narrativa de forma envolvente e cativante, de forma a fixar a história na cabeça da criança e despertar alto nível de interesse. Quando interessada num assunto, a criança tende a transmiti-lo para outras pessoas ao seu redor, exercitando sua capacidade de expressão, de desenvoltura, de consciência e explicação cronológica de fatos, aprimorando assim sua habilidade de se comunicar com o mundo.

Ainda pode-se citar o desenvolvimento linguístico incluso na técnica de contação de histórias. Durante a primeira infância, a criança dispõe de um vocabulário limitado, majoritariamente composto pelos termos utilizados no dia-a-dia, nos assuntos que envolvem ambiente familiar e escolar. A contação de histórias permite a viagem ao fantástico, ao mundo imaginário – o que, além de despertar a imaginação e a curiosidade, abre caminho para introdução de novos vocábulos e aprimoramento do domínio linguístico da criança.

EXPRESSÃO EMOCIONAL

A grande magia das histórias infantis está no fantástico, no imaginativo, na capacidade que a criança tem de abstrair a realidade e se deixar mergulhar num mundo fictício, mágico, encantador, onde tudo é possível e nem o céu é o limite. Cada história traz à tona a vivência do riso, do encantamento, da perplexidade, do medo, da descoberta ou de alguma outra emoção que ainda está em processo de assimilação pela criança, graças à sua breve experiência de vida. O momento em que tais emoções se externam ensina valiosas lições sobre a personalidade da criança, sobre a forma como ela se expressa para o mundo e como aceita a reação dos outros em relação aos seus sentimentos.

A consciência da imaginação, das emoções e dos sentimentos desenvolve positivamente quesitos como afetividade, sensibilidade e compreensão – afinal, a educação infantil deve ter em suas prioridades a formação de pessoas mais humanas.

INTERPRETAÇÃO E INTERAÇÃO SOCIAL

Parte essencial da efetividade da contação de histórias como ferramenta de educação infantil está na postura que ela proporciona para a criança: não apenas de ouvinte, mas de participante ativa na história que está sendo contada. Conversa com os personagens, faz perguntas e tenta ajudá-los – muitas vezes em conjunto com os amigos de classe, quando a contação de histórias é feita em sala de aula.

Toda a atmosfera que envolve o momento da contação de histórias estimula a capacidade crítica de interpretação e interação social dos pequenos. Conceitos de compartilhamento, divisão, de saber se expressar sem ferir o outro e de respeitar a vez do outro de se expressar devem ser exercitadas desde a educação infantil, e a contação de histórias estimula tais conceitos de maneira divertida e descomplicada. Este é o caminho para a formação de cidadãos conscientes que convivem em harmonia.

HÁBITO DE LEITURA

Mais do que saber ler, é necessário que a criança goste de ler – e cultivar esse gosto é uma importante função da escola de educação infantil, em parceria com a família. É durante a primeira infância que se formam os hábitos da pessoa, e é por esta razão que a boa relação com a leitura deve ser construída logo nos anos iniciais de vida. A literatura infantil é um ótimo instrumento para o desenvolvimento cognitivo e social da criança – principalmente quando é absorvida em forma de contação de história, onde se transforma a literatura em algo prazeroso e divertido. Quando associada à diversão, é natural que a leitura torne-se um hábito de vida.

Se você está a procura de uma escola de educação infantil que se preocupa com os métodos de ludicidade e didática envolvidos na aprendizagem, agende uma visita no Curupira Educação Bilíngue. No Curupira, você tem a garantia de que seu filho aprenderá de forma divertida, dinâmica e cercada de muito amor.

16fev

A interação entre a escola e a família na aprendizagem da criança

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Para uma criança pequena, que pouco conhece do mundo, seu universo é a família. Seus anos iniciais de vida foram rodeados dos mesmos rostos e das mesmas vozes – e é justamente por conta desta constante presença que se estabelece um vínculo tão forte entre o bebê e seus familiares. Tudo o que a criança assimilou até agora, em seu breve período de vida, foi introduzido pela família, sempre com palavras de apoio e gestos de carinho. Por isso, é entre a família que a jovem criança sente-se parte integrante deste novo mundo, sobre o qual tem tanto a aprender.

Diante deste panorama, fica fácil imaginar o quão traumática a iniciação escolar pode ser para a criança. Em sua visão infantil, o mundo é aquilo que vive entre sua família; onde se sente acolhido. Até que, de repente, seus pais a levam para um lugar completamente novo, cheio de pessoas nunca vistas anteriormente – e a deixam lá! Esta é uma grande transição na vida dos pequenos, onde vão começar a descobrir um mundo novo repleto de aprendizagem e socialização – e a entender, gradualmente, que o mundo vai além do aconchego de casa.

É a partir deste ponto que inicia a gigante importância da interação entre família e escola no período da educação infantil. A participação e acompanhamento dos pais no início da vida escolar minimiza o sentimento de abandono que pode surgir na cabeça da criança, além de acelerar a criação de vínculos com o novo espaço de vivência – graças à confiança que a família transmite para a criança.

Mas a aliança entre escola e família vai muito além do período de adaptação escolar. Quando a família e a escola compreendem que estão unidas por um objetivo em comum – o de educar a criança da melhor forma possível -, acaba o sentimento de “transferência de responsabilidades”. Família e instituição de ensino unem-se num mesmo time, para oferecer à criança todo o suporte necessário para uma infância curiosa e feliz. Neste processo coletivo de ensino-aprendizagem, todos saem ganhando: a criança, os pais e a própria instituição de ensino. Entenda melhor os benefícios desta parceria:

EDUCAÇÃO COMPLETA

Culturalmente, entende-se a escola como instituição detentora de conhecimento científico, assumindo o papel de transmitir à criança saberes que desenvolvem suas habilidades por meio de uma linguagem técnica. Em contraponto, entende-se a família como responsável pelo desenvolvimento social e psicológico da criança, por ensinar o certo e o errado, por transmitir os valores éticos necessários para a boa convivência em sociedade. Por muito tempo, valeu a máxima: “a família educa, a escola ensina”.

A pedagogia contemporânea começa a entender que estes dois processos não são independentes entre si; que ambos configuram a formação de um mesmo indivíduo de forma cooperativa. Logo, a união entre os dois agentes atuantes pode trazer benefícios para o processo. Uma relação estreita e continuada entre pais e professores resulta em ajuda recíproca em todas as áreas de formação da criança – um intercâmbio de vivências que aprimora o desenvolvimento da criança enquanto pessoa.

APRENDIZAGEM POTENCIALIZADA

A família é entendida pela criança como espaço de orientação e de construção de identidade. Logo, a integração das relações familiares nas vivências escolares fornece à criança a segurança e o apoio que sente em seu lar para enfrentar os desafios da assimilação de novos conteúdos. A prova disso se reflete na melhora do desempenho da criança enquanto aluna.

O envolvimento da família no processo de aprendizagem funciona como um gigante incentivo – faz com que a criança se interesse pelo estudo e busque aprender cada vez mais, por se sentir motivada e apoiada pelos pais. Acompanhar na lição de casa, perguntar sobre o dia na escola e mostrar-se sempre pronto a ajudar é o mais lindo gesto que os pais podem oferecer em prol da educação de seus filhos. E as instituições de ensino devem contribuir do mesmo modo: abrindo suas portas para as famílias, promovendo atividades culturais e projetos educacionais coletivos – sempre orientando as famílias sobre seus direitos e deveres enquanto parte efetiva da comunidade escolar.

ENSINO INDIVIDUALIZADO

Para um ensino eficaz, é importante que a escola reconheça e respeite as particularidades de cada aluno, permitindo que a aprendizagem aconteça na linguagem e no tempo específico de cada criança. É necessário conhecer as habilidades, dificuldades, necessidades, interesses e afinidades da criança, para assim formular o método de ensino mais adequado à realidade daquele indivíduo.

Nada melhor do que a aproximação entre família e escola para que os professores possam compreender a realidade da criança e, assim, oferecer um ensino direcionado e eficaz. O diálogo aberto e a convivência entre familiares e instituição de ensino aproxima os dois principais universos existentes na vida de uma criança, fazendo com que se crie uma harmonia que transita por todos os âmbitos da vida do pequeno.

Pais e mães que estão à procura de uma escola que apoie a integração da família no processo de aprendizagem da criança, agendem uma visita no Curupira Educação Bilíngue. Aqui, nosso objetivo é oferecer um desenvolvimento completo e amoroso para cada fase da infância de seu filho.